Escola de Governo

Desenvolvimento, Democracia Participativa, Direitos Humanos, Ética na Política, Valores Republicanos.

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A Escola de Governo lança o Curso Especial “Advocacy: uma estratégia para promover mudanças políticas”

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Atendendo à conjuntura nacional, a Escola de Governo realiza sua oficina especial de 2016 ”Advocacy: uma estratégia para promover mudanças políticas”, coordenado pela advogada Daniela Rodriguez Castro, toma cena na terça-feira, 27 de setembro, das 10h às 17h30.

Todo movimento social, ativista e ONGs enfrentam uma série de obstáculos, principalmente no que diz respeito à articulação e ao uso do diálogo com a sociedade civil. Conseguir dar voz e concretizar mudanças efetivas na realidade social são fatores que carecem de uma formação, no sentido de como se organizar para conseguir essa incidência.

Nessa oficina, realizada pela Escola de Governo, trabalharemos dando subsídios para o participante conseguir articular essa ferramenta fundamental no mundo contemporâneo.

 

A importância da agenda intermunicipal

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É necessário estimular a cooperação entre prefeitos da mesma região. Nenhuma prefeitura resolverá sozinha todos os problemas coletivos sem ações com municípios vizinhos.

Coluna de Fernando Luiz Abrucio - Folha de S. Paulo

As eleições municipais são muito mais importantes hoje do que no passado, porque os governos locais, desde 1988, assumiram várias funções essenciais à vida dos cidadãos. De um lado, tornaram-se o nível de governo mais importante na implementação das políticas sociais. De outro, os problemas urbanos agigantaram-se nas últimas décadas, e os municípios têm um papel estratégico em temas como mobilidade e organização espacial do desenvolvimento das cidades. Mas algumas questões dependem de decisões intermunicipais para serem equacionadas. Como resolver isso se os cidadãos votam para prefeito e não para um governante regional?

Inicialmente, vale destacar o sentido da agenda intermunicipal. Problemas como resíduos sólidos, mobilidade urbana e mesmo temas locais que são muito caros para municípios pobres, como a compra de merenda ou a formação de professores, tendem a ser mais bem geridos por governanças cooperativas entre municípios, tais quais os consórcios no Brasil.

Duas polêmicas recentes em São Paulo mostram a importância dessa agenda. A primeira foi a de tentativa de instalar a inspeção veicular apenas para veículos emplacados na capital.

 

Leonardo Boff: Dez possíveis lições após o impeachment

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A primeira lição é resistir, aprender dos erros e derrotas e dar a volta por cima. Isso implica severa autocrítica, nunca feita com rigor pelo PT.

Leonardo Boff

Seguramente é cedo ainda para tirar lições do questionável impeachment que inaugurou um nova tipologia de golpe de classe via parlamento. Estas primeiras lições poderão servir ao PT e aliados e aos que amam a democracia e respeitam a soberania popular, expressa por eleições livres. Os que detém o ter, o poder e o saber que se ocultam atrás dos golpistas se caracterizam por não mostrar apreço à democracia e por se lixar pela situação de gritante desigualdade do povo brasileiro.

A primeira lição é alimentar resiliência, vale dizer, resistir, aprender dos erros e derrotas e dar a volta por cima. Isso implica severa autocrítica, nunca feita com rigor pelo PT. Precisa-se ter claro sobre que projeto de país se quer implementar.

Segunda lição: reafirmar a democracia, aquela que ganha as ruas e praças, contrariamente da democracia de baixa intensidade, cujos representantes, com exceções, são comprados pelos poderosos para defender seus interesses

Terceira lição: convencer-se de que um presidencialismo de coalizão é um logro, pois desfigura o projeto e induz à corrupção. A alternativa é uma coalização dos governantes com a rede dos movimentos sociais e a partir deles pressionar os parlamentares.

Quarta lição: convencer-se de que o capitalismo neoliberal, na atual fase de altíssima concentração de riqueza, está dilacerando as sociedades centrais e destruindo as nossas. O neoliberalismo atenuado, praticado nos últimos 13 anos pelo PT e aliados permitiu o aumento dos salários, facilidade de crédito, ascensão social e desonerações fiscais, mostrou-se insustentável. Grande erro do PT: nunca ter explicado que aquelas ações sociais eram fruto de uma política de Estado. Por isso criou antes consumidores que cidadãos conscientes. Permitiu adquirirem bens pessoais mas melhorou pouco o capital social: educação, saúde, transporte e segurança. Bem disse frei Betto: gerou-se “um paternalismo populista que teve início quando se trocou o Fome Zero, um programa emancipatório, pelo Bolsa Família compensatório; passou-se a dar o peixe sem ensinar a pescar”. No novo governo pós golpe, a política econômica neoliberal radicalizada de ajustes severos, recessiva e lesiva aos direitos sociais seguramente vai devolver à fome os que dela foram tirados.

 

Escola de Governo e Ação Educativa convidam: "Direito à cidade: o que está em disputa nessas eleições?"

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Exibição do Freenet Film com a Escola de Governo

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Organizações e cidadãos são convidados a assinar o Manifesto em Defesa da Vida

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Iniciado pela Rede Nossa São Paulo, documento, que defende a redução das mortes causadas pelos acidentes de trânsito e pela poluição do ar, será entregue aos candidatos a prefeito da capital paulista

Airton Goes

As organizações da sociedade civil e os cidadãos que concordam com a necessidade de reduzir o número de mortes causadas pelos acidentes de trânsito e pela poluição do ar em São Paulo são convidados a assinar o Manifesto em Defesa da Vida – Não corra, não mate, não morra!

Elaborado inicialmente pela Rede Nossa São Paulo, o documento, que está aberto para receber novas adesões até a próxima terça-feira (27/9), será entregue aos candidatos a prefeito da capital paulista.

O Manifesto em Defesa da Vida apoia a diminuição da velocidade nas ruas de São Paulo, a implantação de ciclovias e a valorização do pedestre e do transporte público. Assim como também apoia e cobra o controle sobre as emissões veiculares.

 

Deputados querem interrogar ministro da Justiça sobre espião do Exército

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Matéria publicada originalmente na Ponte Jornalismo

A infiltração realizada em movimentos sociais pelo capitão do Exército Willian Pina Botelho, por meio da identidade falsa de Balta Nunes, revelada por Ponte e El País, colocou três ministros do governo Michel Temer (PMDB) na mira da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

Três requerimentos, apresentados na semana passada pelo 2º vice-presidente da Comissão, deputado Nilto Tatto (PT-SP), pedem a convocação do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, do ministro da Defesa,Raul Jungmann, e do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, para apurar se as ações do militar incorreram nas práticas de “crime de espionagem, crime de abuso de autoridade, crime de falsidade ideológica e ato de improbidade administrativa”.

Tatto apresentou os três requerimentos na última quarta-feira (14/9), mas os pedidos não chegaram a ser apreciados pela comissão porque a sessão, marcada para aquele dia, não ocorreu por falta de quórum (as sessões precisam de dez deputados para serem abertas, mas apenas oito parlamentares, do PT, PSOL e PSB, registraram presença). Segundo o deputado, parlamentares governistas faltaram à sessão para impedir que os requerimentos fossem apreciados. “Os deputados da base do governo golpista não marcaram presença na reunião da comissão para inviabilizar a apreciação dos requerimentos. Fizeram de propósito”, afirma Tatto.

 


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