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Projeto adia em 20 anos meta de ônibus limpos em São Paulo

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Cronograma de troca de combustível em 100% da frota, definido em 2009, deveria ser cumprido no que vem

Giovana Girardi, O Estado de S.Paulo

Um projeto de lei colocado para votação nesta quarta-feira, 17, na Câmara Municipal adia em 20 anos a renovação da frota de transporte público de São Paulo para que os ônibus circulem com combustíveis limpos, como biodiesel e energia elétrica. A proposta do vereador Milton Leite (DEM), presidente da Casa, altera um artigo da Lei Municipal de Mudanças Climáticas cuja meta era, até o ano que vem, ter todos os ônibus da cidade movidos a combustíveis renováveis, ou seja, não fósseis.

A lei, de 2009, que estabelecia a redução de 30% nas emissões de gases de efeito estufa da capital e não vem sendo cumprida, tinha como um dos principais pilares a renovação da frota, que não ocorreu ao longo das duas administrações municipais passadas (Kassab e Haddad) no ritmo que deveria. A meta não seria cumprida no ano que vem de todo modo, e as Secretarias do Verde e Meio Ambiente e de Transportes já vinham estudando um novo cronograma.

Mas no começo do mês, em meio às discussões sobre a nova licitação dos transportes em São Paulo, Leite apresentou o projeto de lei com prazos ainda maiores. Pelo texto, somente a partir de 2020 a frota deve começar a ser renovada com veículos com tecnologia capaz de usar biodiesel B100, ou seja, sem mistura, 100% a biodiesel. Pelo cronograma, em 2037 a frota terá pelo menos 7.125 ônibus B100, além de 1.500 veículos elétricos.

O PL não estabelece quanto isso representaria da frota total, mas, mantidos os números atuais de cerca de 14.700 ônibus, o transporte limpo representaria apenas cerca de 58%, mesmo 19 anos depois de a lei mandar que 100% da frota seja limpa. O texto não deixa muito claro, mas deixa a entender que o resto da frota continuaria funcionando com combustíveis fósseis, como diesel, com um acréscimo de apenas 20% de biodiesel.

 

Delatores dizem que JBS pagou a partidos para apoiarem Aécio em 2014

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Alex Rodrigues, Yara Aquino e André Richter - Repórteres da Agência Brasil

O empresário Joesley Batista, dono da JBS, e o diretor de Relações Institucionais e Governo da empresa, Ricardo Saud, afirmaram em depoimentos à Procuradoria-Geral da República (PGR) que repassaram dinheiro à campanha do então candidato à Presidência da República, Aécio Neves, por meio de caixa 2. Em um dos 15 depoimentos que prestou para fechar acordo de delação premiada, Saud diz que, diante da possibilidade de Aécio vencer a disputa em 2014, a JBS “abriu um crédito de propina que chegou a quase R$ 100 milhões”. Segundo o executivo, parte dessa quantia foi usada para “comprar” o apoio de partidos à candidatura do tucano.

“Somando tudo, dá R$ 100 milhões para o Aécio, tudo em propina. Uma parte ele ia pagar a gente de volta, caso ganhasse. Pelo jeito, ficou para a próxima e estou pondo juros e correção. Se ele ganhar na próxima, ele paga”, ironiza Saud diante dos procuradores e advogados.

 

De acordo com o executivo, além de se comprometer a beneficiar a empresa caso chegasse a ocupar o Palácio do Planalto, Aécio teria sinalizado que atuaria junto ao governo de Minas Gerais para favorecer a JBS, que tentava obter a liberação de créditos financeiros, entre outras coisas. De acordo com o executivo, isso também não se concretizou.

Ao depoimento, o diretor anexou cópias de documentos que, segundo ele, comprovam o repasse às legendas. Saud cita nomes, datas e até números de contas bancárias. Entre eles, os de dirigentes partidários cooptados com o dinheiro da empresa.

“Começaram a vender que havia uma expectativa real de que o Aécio podia vencer a eleição, mas para vencer eles precisavam comprar os partidos. Porque os partidos grandes todos já estavam vendidos para o PT. Essas vendas eram feitas uma parte em dinheiro, outra com promessas de ministério ou cargos no governo”, alegou Saud.

Em nota, a defesa do senador afastado Aécio Neves afirmou que as declarações são mentirosas. "Todos os recursos da JBS recebidos pela campanha foram doações oficiais e não envolveram qualquer tipo de contrapartida ou de uso de dinheiro público". Os advogados defendem ainda que nunca houve atuação do senador a favor da empresa e "desconhece todas as questões citadas pelo delator relativas a ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços]".

 

Provas mostram que Lava Jato de Curitiba nunca deixou investigar Temer e Aécio

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Os procuradores da Lava Jato correram para as redes sociais para comentar as revelações do envolvimento os políticos

Dayane Santos

Para Gilberto Bercovici, advogado e professor titular da Faculdade de Direito da USP, a declaração dos procuradores é uma falácia. / Foto: Marcos Santos / USP Imagens

 

Temer perdeu a capacidade de presidir o país, concordam lideranças do governo e da oposição

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Essa constatação e a expectativa quanto a novas revelações de impacto da Lava Jato são as únicas certezas de parlamentares e analistas em relação à crise atual e seus possíveis desdobramentos. Veja o que mais pode vir por aí

Temer na tela da Globo: principal grupo de comunicação do país já publicou até editorial defendendo a renúncia do presidente

 

As opções abertas em meio à crise brasileira, por Roberto Bitencourt da Silva

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As opções abertas em meio à crise brasileira

por Roberto Bitencourt da Silva

O cenário nacional está totalmente imprevisível, contando com possibilidades e alternativas as mais diferentes para responder aos dilemas presentes. Evidentemente, o jogo articulado por cima prevalece no horizonte.

Mas, não enclausura as possibilidades de tentativas radicalmente diferentes de equacionar a crise política, econômica e moral que assola o País. Muito esquematicamente, considerando que, mais dia menos dia Temer seja carta fora do baralho, abaixo menciono algumas possibilidades advogadas e hipóteses ventiladas por distintos setores da sociedade.

 

Senado da Argentina veta alívio de pena a agentes da ditadura

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Com o lema 'Nunca Mais - Nenhum genocida solto', milhares de pessoas protestaram contra decisão da Suprema Corte

O Senado da Argentina aprovou nessa quarta-feira (10) uma lei que proíbe a aplicação do benefício para diminuir penas de prisão conhecido como 2x1 a pessoas condenadas por crimes contra a humanidade, como os agentes da ditadura militar (1976-1983) no país.

 

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