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Maioria das vagas do Mais Médicos é preenchida por profissionais brasileiros

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Aline Leal

Os médicos brasileiros, com inscrição no Conselho Regional de Medicina (CRM), preencheram 95% das vagas do Mais Médicos na primeira chamada do programa este ano. Ao todo, das 4.146 vagas ofertadas no edital lançado em janeiro, 3.936 foram preenchidas, de acordo com os números divulgados hoje (11) pelo Ministério da Saúde. Para o ministro Arthur Chioro, ao contrário das edições anteriores, a adesão de profissionais com CRM brasileiro foi muito significativa.

Ministro da Saúde, Arthur Chioro, atualiza os números do Programa Mais Médicos e fala da nova etapa do programa (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Ministro da Saúde, Arthur Chioro, atualiza os números do Programa Mais Médicos e fala da nova etapa do programa Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

 

“A expectativa com esses números iniciais é que haja uma confirmação [da participação dos médicos]”, disse. Chioro acredita que, a princípio, não serão necessários cubanos nesta edição do Mais Médicos, diferentemente das outras edições em que ocuparam 87% das vagas.

Desta vez 15.747 profissionais com diplomas validados no Brasil se inscreveram para concorrer a uma vaga, mais de três vezes o número de postos oferecidos. Entre os inscritos, 12.580 indicaram a as cidades onde preferem trabalhar, os que não indicaram foram eliminados da seleção. Entre os que permaneceram, 59% optaram por clinicar por um ano, e receber 10% de bônus em provas de residência médica, o grande atrativo desta edição. Os demais trabalharão por três anos com os benefícios oferecidos pelo Mais Médicos.

Das 1.294 cidades que solicitaram profissionais pelo programa, 1.181 tiveram toda a demanda atendida nesta primeira chamada, ou seja, 91%. Entre as cidades que pediram profissionais, 30 não foram incluídas na lista de preferência de nenhum candidato. Dos 46 municípios que tiveram a solicitação parcialmente atendida, 37 não tiveram as vagas preenchidas. Para o ministro Chioro, isso decorre do fato de muitos estarem situados em áreas isoladas. “São cidades de mais difícil acesso", disse.

O Sudeste foi a região mais atendida, das 1.019 opções disponíveis, 1.010 foram preenchidas. Na Região Sul foram solicitadas 520 vagas e 504 foram ocupadas. No Centro-Oeste, os municípios pediram 393 médicos e conseguiram preencher 380 vagas. O Nordeste teve 1.708 vagas ocupadas das 1.784 oferecidas. A Região Norte ofereceu 395 e teve 303 inscrições. Dos 12 distritos indígenas, apenas o Alto Solimões, no Amazonas, não teve todas as vagas preenchidas.

Os médicos selecionados têm até o dia 20 para se apresentar, caso contrário, serão eliminados do programa. A segunda chamada está marcada para os dias 23 e 24 de fevereiro. Ela servirá para preencher as vagas em aberto.

A previsão para o início do trabalho dos médicos inscritos na primeira chamada é dia 2 de março. Entre os dias 17 e 18 do mesmo mês haverá uma terceira chamada para os profissionais inscritos que não foram selecionados. Caso ainda sobrem vagas, no dia 10 de abril será aberta inscrição para brasileiros formados no exterior e no dia 5 de maio para médicos estrangeiros.

Criado em 2013 para levar médicos a regiões carentes, o Mais Médicos conta hoje com 11.429 profissionais cubanos, 1.846 brasileiros e 1.187 intercambistas de vários países, como a Argentina, Portugal, a Venezuela, Bolívia, Espanha e o Uruguai.

Edição: Aécio Amado

 

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